quarta-feira, março 9

 

1857… 1908… 1910… 2005


Antecipando o Dia Internacional da Mulher,
Maria Filomena Mónica traçou, no Público, o paradigma da mulher moderna: «As mulheres modernas são também supostas ser boas na cama, profissionais competentes e estrelas nos salões.» Os serviços da presidência da República fizeram saber que Jorge Sampaio iria associar-se à efeméride exaltando o «trabalho invisível da mulher». Para tanto, o Presidente da República decidiu distinguir 30 mulheres. Se queremos também homenagear as 130 mulheres de Nova Iorque que, em 1857, morreram em luta pela melhoria das condições de trabalho, ponhamos os olhos nas senhoras que foram condecoradas por Jorge Sampaio: Rosalina Machado, Judite Sousa, Isabel Mota, Ana Benavente, Isabel Corte-Real…

Em tempo – Ninguém se lembrou de condecorar o Eng. Jardim Gonçalves, chairman do BCP, que tem feito o que pode para manter a Mulher em bom recato?

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