quinta-feira, fevereiro 3

 

Primeiras páginas do século passado [7]


Assim ia o país no dia 21 de Fevereiro de 1998. Ramalho Eanes, que como Presidente da República representou Portugal na cerimónia da trasladação dos restos mortais de Gungunhana, afirmou desconhecer que as ossadas entregues a Moçambique não pertenciam ao herói africano. Tratavam-se, na verdade, de «cinzas de umas ossadas retiradas ao acaso do cemitério de Angra do Heroísmo».

Comments:
Como foi possível este mentecapto ter sido Presidente da República. Bem, tudo é possível: Santana Lopes também chegou a Primeiro-ministro; Couto dos Santos foi ministro da educação; José Luís Arnaut foi ministro das Obras Públicas, etc. etc.
 
Magníficos estes posts. Fazem-nos pensar um pouco sobre este país. Numa altura em que se começam a perfilar vários candidatos a PR. Para que não se criem condições para aparecerem clones de Ramalho Eanes.
 
Magníficos estes posts. Fazem-nos pensar um pouco sobre este país. Numa altura em que se começam a perfilar vários candidatos a PR. Para que não se criem condições para aparecerem clones de Ramalho Eanes.
 
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