terça-feira, fevereiro 22

 

A política dos «valores» (ou o estado da opinião no DN)


1. «aquela limitação um tanto farisaica a que chamam "direitos do homem

«Dois mil anos antes de Marx, Lenine, Estaline, Mao, Engels, Pol Pot, ou mesmo Robespierre, Descartes ou até do dr. Arnaut, já tinha havido Alguém que veio dar sentido à Humanidade, fazendo dela uma comunidade de homens livres, esses, sim, verdadeiramente livres, onde cada um deles, se quiser, pode ser bom e justo. E a liberdade, a verdadeira liberdade, está exactamente nisto se quiser. É o amor, a fé e uma dimensão sobrenatural acima dos homens que Deus propõe, e nós aceitámos. Não aquela limitação um tanto farisaica a que chamam "direitos do homem" onde este é o princípio e o fim de tudo. E não é

2. O funeral do Presidente do Tribunal Constitucional

«o primeiro que não perceberia a cerimónia num templo católico teria sido o próprio dr. Luís Almeida, que, segundo também se escreveu, teria expressamente preferido não ter ido para onde o mandaram».

3. O padre Lereno e a reintrodução da pena de morte por um «Estado [que] tem pessoas lá dentro»

«Para terminar, era ainda o que faltava que o reverendo padre Lereno, pároco de S. João de Brito, não pudesse dizer aos católicos, do interior da sua igreja, na homilia da missa que celebrava, o que muito bem entendesse sobre os perigos reais de se poder estar a votar, nestas eleições de Fevereiro, em partidos que têm nos seus programas propostas contrárias ao preceituado pela Igreja em relação à sua doutrina e fé. Alertou este sacerdote, e muito bem, para a defesa da vida contra a cultura de morte que alguns partidos querem ver generalizada na vida portuguesa. Não só fez bem como tinha a estrita obrigação de o fazer. O Estado deverá ser neutro, com certeza, mas o Estado tem pessoas lá dentro. E essas pessoas, graças a Deus, em Portugal, há 900 anos que são quase todas católicas


Comments:
Isto não está datado!
Isto nem deveria ser assinado!
Isto são só palavras!!!
 
E de onde vem esse senhor Mendia? Do Diário Digital, onde mantinha uma coluna de opinião de ódio e escárnio a tudo o que fosse de esquerda e a tudo o que fosse católico pós-Vaticano II... (Escusado será dizer: escrevia no DD ao tempo de Luís Delgado!)
 
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