segunda-feira, fevereiro 14
«A irmã Lúcia não faz parte da alma da pátria»
D. Januário Torgal Ferreira, presidente da conferência episcopal para as migrações, considera que o respeito é positivo, mas tem dúvidas sobre a sinceridade dos partidos que por causa da morte da irmã Lúcia alteraram a campanha eleitoral.
D. Januário Torgal Ferreira: «Acho que fica muito bem que haja respeitabilidade. Nalguns casos que já ouvi, eu diria nem tanto. Está-se mesmo a perceber para quê. Mas eu acho que é nestas e noutras circunstâncias em que nós poderíamos somar o respeito devido por uma grande figura com uma separação e um distanciamento entre um cumprimento cívico e uma atitude religiosa. Mesmo partidos que não param a campanha não os considero de forma alguma desrespeitadores. A irmã Lúcia não faz parte da alma da pátria. Vamos lá ver».

