terça-feira, dezembro 7

 

SIS (e o estertor da coligação)


No meio da barafunda, eles vão tomando posições. É sempre aliciante poder espiolhar a vida dos adversários políticos. O PP, depois de ter na mão o serviço de informações militares, introduz-se no comando do SIS. O desmentido do PP é gato escondido com rabo de fora: não foi Paulo Portas quem o fez, mas o deputado Nuno Melo. As questões específicas do Governo são esclarecidas por um deputado? Importa ler o
post de Vital Moreira.

Comments:
O Paulinho das feiras gostaria de fazer do SIS uma nova pide com as torturas substituidas por práticas sado-masoquistas.
 
Ainda ontem jantei com um jovem amigo da família, que me confidenciou ter recebido horas antes um telefonema a convidá-lo a entrar para o SIS. Atributos do jovem para tão inesperado convite: um percurso profissional num sector que lhe permite ter lotes de informação classificada e uma família muito bem relacionada lá para as bandas do triângulo de Viseu, Coimbra, Castelo Branco (que, neste governo, é o "celeiro" da nação!).
Dei-lhe um conselho: meta férias e parta à aventura, até que o tenham esquecido.
Não sei se ligou ao que lhe disse (se conselho fosse bom não se dava, vendia-se), mas a esta hora deve ter percebido que isto já não é um país, mas uma casa de meninas mal comportadas.
 
No estertor, estão a tomar posições que lhes não devem adiantar muito, mas está-lhes na massa do sangue.
 
Santana e Portas querem subverter o regime. Precisam do S.I.S.
 
Este acto é grave demais para que o o PR possa olhar para o lado e assobiar...
 
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