domingo, novembro 14

 

A diferença


Vasco Pulido Valente analisou ontem no
Público o congresso do PSD, «O Enterro de Barcelos». Sustentava o seguinte:

«Se o PSD já perdia eleições por causa do conúbio com o PP, agora que se tornou de facto num Partido Popular Democrático, com a união mística dos chefes, perderá mais. Santana não percebeu o real radicalismo de Sá Carneiro, que era exclusivamente dirigido ao poder militar e às desordens do PREC. O radicalismo dele é dirigido a uma parte apreciável do seu próprio eleitorado, que lhe agradecerá sem dúvida votando PS. Claro que o congresso tinha maneira de parar, ou moderar, esta corrida sem senso, nem desculpa para a extrema-direita. Infelizmente, como de costume, está preparada a aclamação unânime do homem, a troco de uns meses de Governo e de um desastre certo

VPV parece lamentar o caminho seguido por Santana. Eu não. Faz toda a diferença – e ainda assim continuarei a reproduzir os seus textos sempre que não estiverem disponíveis na net e eu esteja de acordo com o diagnóstico traçado (ou me pareça relevante o que escreve).

[O texto de hoje, «A guerra permanente», não faz parte da versão on-line do Público. Espero que mão amiga colabore com o Pula Pula, copiando-o amanhã.]


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