quinta-feira, outubro 21

 

O combate na frente da propaganda


Leio diariamente o Portugal dos Pequeninos, um dos múltiplos blogs que surgiram sob a égide de O’Neill. Dá-me a perspectiva – espero não estar a fazer um juízo errado – de alguém que se identifica com o PSD, mas que não se revê no PPD/PSD da malta da discoteca. Acontece no entanto que o último post faz tábua rasa do passado: «Apesar de todas as contradições actuais [nos media], é preciso não esquecer que o "drama" do audiovisual público começou com o PS que, por mais voltas que dê, aparecerá sempre como um interlocutor diminuído, nesta matéria, aos olhos da opinião pública.» Longe de mim defender o Jorge Coelho, mas o cavaquismo não foi um modelo de isenção relativamente à comunicação social. Os telefonemas diários para a redacção do Telejornal ganharam tal fama que Marques Mendes se tornou quase um actor de revista… Todos os governos têm manipulado a informação. O que distingue este governo dos que o precederam é que agora as vozes discordantes são tratadas a pontapé: ou se calam ou são arrancadas à força dos lugares que ocupam. E isto faz toda a diferença.

Em tempo: quanto a Arons de Carvalho, estamos de acordo.

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